House addiction – who cares?

Responda, sem pensar muito:-)

  • – você gosta de segundas feiras (não dá pra esperar os 17 dias de diferença entre o novo e o que vai no ar na universal, você simplesmente precisa ver house na segunda-feira ou nem consegue dormir, mesmo para quem não fala nada de inglês, só ver as cenas já bastam)
  • – antes de dizer oi ou bom dia, a 1ª coisa q vc fala para outro housemaniac é você viu o q o chase fez?
  • – você divide seus amigos virtuais em huddys e hamerons (eu ainda sou hameron, por sinal, mesmo que completamente desiludida considerando os atuais eventos)
  • – você sabe o que foi o #housecuddyday
  • -quando vai ao medico, você passa a duvidar do diagnostico que ele te deu
  • – siglas como LP, RMI, MS são facilmente entendidas
  • = teardrop é sua musica preferida
  • -você imagina o que o foreman encontaria se tivesse q invadir sua casa
  • – você pensa diferential, go!
  • – você pensa: hello, sick people! ao entrar num hospital
  • – você sabe q não é lupus, its never lupus (apenas uma unica vez, e a Cameron já nem estava mais na equipe para ter a típica briga é lupus é cancer com o Foreman)
  • – você sabe que: “people don’t change”
  • – você xinga os outros de: you, morrows!
  • – você ainda espera o dia que vai ter um diaganostico de esclerose multipla (MS) só para o Foreman ficar feliz
  • – você sabe perfeitamente bem o que é Doança de Huntington
  • – você diz “interesting” em grande frequencia
  • – você sabe quem é RSL
  • – você assistiu year one inteiro só pq a olivia fez (esse eu não consegui)
  • – o toque do seu celular é mmmbop do hanson
  • – você sabe que o número da casa do House é 221b é uma referencia ao Sherlock Holmes
  • – você sabe quantas vezes o Wilson foi casado
  • – você reassistiu 101 dalmatas e Stuart Little só porque o Hugh Laurie fez
  • – você não precisa assistir The O.C. é apenas algo que te faz feliz (e porque a Olivia Wilde fez)
  • – você segue o Omar (@omarepps), a Olivia (@oliviawilde), o Greg Yaitanes (@GregYaianes)e até a Anne (@annedudek) no twitter só para ter qualquer novidade sobre a série.

Se você marcou pelo menos 5 das opções abaixo: parabens vc é um housemaniac como eu e você precisa ser internado em Mayfield ou ir a clinica do PPTH  p ser encaminhado para a Lucas Wing.

Meu novo blog: http://greghousemaniac.blogspot.com/

Confira aqui:
Texto retirado da fonte original: WHO CARES/POSTADO em 22/11;2020- 17:23

HOUSE: ética?

A casa caiu

Criador da série “House”, que chega ao quarto ano, David Shore adianta os próximos passos do médico ranzinza, abandonado pelos assistentes no fim da temporada passada

Divulgação
 

Hugh Laurie já recebeu dois Globos de Ouro pelo ersonagem-título; “ele trouxe uma carga grande de sarcasmo e grosseria, sem torná-lo hostil’, diz David Shore

LUCAS NEVES
DA REPORTAGEM LOCAL

Ás do diagnóstico, o infectologista Gregory House, protagonista da série que leva seu nome, desta vez falhou: não soube ler os sintomas de insatisfação de sua equipe. Agora, no início da quarta temporada (que estréia nesta quinta, às 23h, no Universal Channel), sente os efeitos colaterais: deixado a sós com sua ranhetice por Foreman, Cameron e cia., não tem a quem esculachar ou exibir seu intelecto.
Mas não há de ser por muito tempo, segundo contou David Shore, criador do programa, na entrevista telefônica a jornalistas latinos da qual a Folha participou, na semana passada.
“Estamos fazendo uma espécie de “Survivor” [reality show americano que inspirou a gincana eliminatória global “No Limite”] neste ano. House não é do tipo que abre um concurso, faz 40 entrevistas e contrata três pessoas. Sua linha é mais contratar 40 e demitir 37. Suas decisões a respeito de quem fica e quem sai darão dicas interessantes sobre quem ele é.”
O “processo seletivo” deve se estender por oito ou nove episódios. Mas o entourage antigo do médico no hospital Princeton-Plainsboro ainda não aposentou os jalecos. “Eles voltarão. A surpresa para o público será a forma como se dará esse retorno”, adianta Shore.
O “enxugamento” súbito de elenco não fez mal à audiência da série. Os sete primeiros episódios da nova safra registraram média de 19,1 milhões de espectadores, garantindo a “House” o sexto lugar no ranking da televisão americana.
No Brasil, em sua terceira temporada, foi o terceiro seriado mais visto nos canais pagos. A Record, que exibe o segundo ano da atração na TV aberta, tem obtido sete pontos (cada ponto equivale a 54,5 mil domicílios na Grande São Paulo), bom índice para uma produção estrangeira.

Perfil contra-indicado
Arrogância, egolatria e rispidez são traços contra-indicados a qualquer protagonista que aspire à admiração do público. Dr. House não dá a mínima para isso -e, ao que parece, nem os fãs da série. “Ele faz sucesso, em primeiro lugar, porque está salvando vidas. Se fosse manobrista e continuasse tão grosseiro, não sairia incólume. Além de ser brilhante no que faz, é capaz de dizer coisas que todos nós gostaríamos de dizer”, diz Shore.
Por sua atuação como o médico genioso, o inglês Hugh Laurie já recebeu dois Globos de Ouro e duas indicações ao Emmy (o prêmio máximo da TV dos EUA). “Ele trouxe ao personagem uma carga grande de sarcasmo e grosseria, sem torná-lo hostil”, elogia o criador da série, advogado de formação que foi buscar na medicina o pano de fundo para seu primeiro hit televisivo.
“Sei que não faz o menor sentido. É que não vejo “House” como um programa médico. O coração da série é a relação do médico com as pessoas e o posicionamento dele diante de dilemas éticos. Não se trata tanto de diagnóstico ou procedimento médico quanto das decisões morais que ele tem de tomar.”

Diga à TV que fico
Com o nome em alta em Hollywood, Shore diz que não pensa em fazer a transição para o cinema. “A televisão é o meio em que você quer estar hoje, nos EUA, se você é um roteirista. Se estivesse fazendo um filme, o diretor reescreveria o meu script. Na TV, sou eu que digo ao diretor o que estamos buscando. O que importa hoje nos filmes é o espetáculo, o que você pode explodir. Por isso é que a televisão começou a atrair roteiristas. Além disso, esse veículo permite explorar um personagem por muitos anos, o que não acontece no cinema, onde você divide duas horas com efeitos especiais.”
A greve dos roteiristas, que há 15 dias paralisa boa parte da produção de conteúdo televisivo nos EUA (a classe pede participação nos lucros com download na internet e vendas de DVDs), já tem consulta marcada com House. “Estamos rodando o 12º episódio. É o último para o qual há script. Não irei reescrevê-lo para que sirva como encerramento da temporada, caso a greve se estenda. Por isso, espero que os produtores ofereçam logo um contrato justo”, afirma Shore.

Retirado daqui: FSP 

HOUSE, a série

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Em 3° ano, “House” se depara com fragilidade

Nova temporada da série sobre o médico estréia quinta no Universal Channel

Inspirado em Sherlock Holmes, “House” é um tributo a Joseph Bell, cirurgião que foi mentor do criador [Conan Doyle] do investigador

CÁSSIO STARLING CARLOS
CRÍTICO DA FOLHA

“O Ministério da Saúde adverte: Este programa é contra-indicado para hipocondríacos”, deveria ser uma mensagem obrigatória antes de cada episódio de “House”. A série, cuja terceira temporada começa nesta quinta, no Universal Channel, não poupa seus espectadores de novas, raríssimas e quase-indetectáveis síndromes. Um universo de riscos e de prazeres para fanáticos por doenças. O vício é enorme mesmo para os avessos a patologias.
Criada por David Shore e protagonizada pelo irresistível Hugh Laurie, “House” está para a vida assim como “C.S.I.” está para a morte. Em ambas, trata-se de decifrar mistérios, mapear um enigma e trazer, à luz da ciência, a solução de um quebra-cabeças.
Mas, ao contrário dos investigadores da série policial, o doutor Greg House tem uma concepção mais ousada do que seja a “verdade”. Inspirado em Sherlock Holmes, “House” é um tributo a Joseph Bell, cirurgião escocês dotado de uma extraordinária capacidade diagnóstica e mentor de Conan Doyle, o criador de Sherlock.
House é o arquétipo de personagem antipático. Sarcástico, orgulhoso e toxicômano, trata de modo quase cafajeste seus pacientes e a sua equipe.
Ele é o avesso aos Kildare e Ben Casey, médicos de bom coração que deram origem, nos anos 60, aos dramas clínicos em formato seriado, e passa longe dos humanos integrantes do serviço de emergência de “E.R.”.
Transferido para o ambiente de um hospital em Princeton, o personagem se confronta a cada semana não apenas com um mal súbito e misterioso, mas com a força prodigiosa da mentira. Esta espécie de último refúgio das intermitências do caráter e do organismo humano, refúgio para a imaginação e a traição, é dela que House vai se aproximar insidiosamente para deixar mais claro que verdade, se há, é apenas parcial e aproximativa (como a ciência médica bem sabe).
Pois, como já definiu o crítico da Folha Inácio Araujo, “para o dr. House, a verdade é necessária, mas nunca o suficiente”.
O que se comprova mais uma vez nesta volta do personagem, depois de uma imaginária tentativa de assassinato no fim da segunda temporada, House se lança na árdua tarefa de salvar dois pacientes. Claro que tudo dá certo, mas claro também que após a tarefa cumprida, resta ao doutor se deparar com sua frágil, demasiadamente frágil humanidade.


HOUSE
Onde:
Universal Channel (qui., às 23h)
Extraído da Folha de São Paulo, para quem não tem acesso livre.