Brasil se prepara para reforma ortográfica

Novas regras da língua portuguesa devem começar a ser implementadas em 2008;  mudanças incluem fim do trema

Ministério da Educação já prepara a próxima licitação dos livros didáticos, que deve ocorrer em dezembro, pedindo a nova ortografia

DANIELA TÓFOLI
DA REPORTAGEM LOCAL

O fim do trema está decretado desde dezembro do ano passado. Os dois pontos que ficam em cima da letra u sobrevivem no corredor da morte à espera de seus algozes. Enquanto isso, continuam fazendo dos desatentos suas vítimas, que se esquecem de colocá-los em palavras como freqüente e lingüiça e, assim, perdem pontos em provas e concursos.
O Brasil começa a se preparar para a mudança ortográfica que, além do trema, acaba com os acentos de vôo, lêem, heróico e muitos outros. A nova ortografia também altera as regras do hífen e incorpora ao alfabeto as letras k, w e y (veja quadro). As alterações foram discutidas entre os oito países que usam a língua portuguesa -uma população estimada hoje em 230 milhões- e têm como objetivo aproximar essas culturas.
Não há um dia marcado para que as mudanças ocorram -especialistas estimam que seja necessário um período de dois anos para a sociedade se acostumar. Mas a previsão é que a modificação comece em 2008.
O Ministério da Educação prepara a próxima licitação dos livros didáticos, que deve ocorrer em dezembro, pedindo a nova ortografia. “Esse edital, para os livros que serão usados em 2009, deve ser fechado com as novas regras”, afirma o assessor especial do MEC, Carlos Alberto Xavier.
É pela sala de aula que a mudança deve mesmo começar, afirma o embaixador Lauro Moreira, representante brasileiro na CPLP (Comissão de Países de Língua Portuguesa).  “Não tenho dúvida de que, quando a nova ortografia chegar às escolas, toda a sociedade se adequará. Levará um tempo para que as pessoas se acostumem com a nova grafia, como ocorreu com a reforma ortográfica de 1971, mas ela entrará em vigor aos poucos.”
Tecnicamente, diz Moreira, a nova ortografia já poderia estar em vigor desde o início do ano. Isso porque a CPLP definiu que, quando três países ratificassem o acordo, ele já poderia ser vigorar. O Brasil ratificou em 2004. Cabo Verde, em fevereiro de 2006, e São Tomé e Príncipe, em dezembro.
António Ilharco , assessor da CPLP, lembra que é preciso um processo de convergência para que a grafia atual se unifique com a nova. “Não se pode esperar resultados imediatos.”
A nova ortografia deveria começar, também, nos outros cinco países que falam português (Portugal, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor Leste). Mas eles ainda não ratificaram o acordo.
“O problema é Portugal, que está hesitante. Do jeito que está, o Brasil fica um pouco sozinho nessa história. A ortografia se torna mais simples, mas não cumpre o objetivo inicial de padronizar a língua”, diz Moreira.
“Hoje, é preciso redigir dois documentos nas entidades internacionais: com a grafia de Portugal e do Brasil. Não faz sentido”, afirma o presidente da Academia Brasileira de Letras, Marcos Vilaça.
Para ele, Portugal não tem motivos para a resistência. “Fala-se de uma pressão das editoras, que não querem mudar seus arquivos, e de um conservadorismo lingüístico. Isso não é desculpa”, afirma.

 

Colégio trocará livros didáticos em até 2 anos

DA REPORTAGEM LOCAL

Colégios particulares de São Paulo já estão se preparando para a reforma ortográfica. As 165 escolas associadas da rede Pueri Domus, por exemplo, terão, em até dois anos, todo o material didático adequado às novas regras.
Na Fuvest, o maior vestibular do país, não há data definida para a aplicação das regras. Na editora Sextante, a nova ortografia passará a ser incorporada aos novos livros e aos títulos do catálogo à medida que forem, respectivamente, lançados e reimpressos. Já a Companhia das Letras e a Nova Fronteira informaram que ainda não definiram de que forma farão as alterações.
Antonio Carlos Sartini, superintendente do Museu da Língua Portuguesa, também aguarda o início da nova ortografia. “Estaremos atentos e iremos observar e analisar todas as mudanças.”
(DT)

Para escritores, trabalho será do revisor

Autores pretendem deixar para os revisores de seus livros o trabalho de adaptar o texto às novas regras ortográficas

O escritor Ruy Castro diz que já passou “da idade de reaprender a escrever” e que pretende continuar usando as regras antigas

 

DA REPORTAGEM LOCAL

“O Chico achou ótima a ideia, porém prefere permanecer tranquilo nas férias.” Foi essa a resposta bem-humorada do assessor de imprensa de Chico Buarque, Mário Canivello, ao pedido de entrevista da Folha sobre a nova ortografia. Em férias, o cantor e escritor não pode responder o que acha das mudanças, mas seu assessor já pratica as novas regras. “Idéia” sem acento e “tranqüilo” sem trema serão cada vez mais comuns nos próximos anos.
Quem poderia se beneficiar com as alterações é o escritor e colunista da Folha Ruy Castro. Registrado com um y no nome, ele conta que passou a vida sendo vítima dos legalistas, para quem a letra não existia. “Para eles, Ruy deveria ser Rui. Pelo menos nisso, para mim, a nova reforma será ótima. Ela garante o meu direito ao y, e, assim, os antigos legalistas podem ir lamber sabão… e, como são legalistas, terão de se curvar à nova ortografia.”
O escritor diz que sempre se orgulhou de respeitar as regras da língua, mas que tudo tem um limite. “Em criança, fui ensinado a escrever “tôda” porque havia um pássaro, que nunca vi mais gordo, chamado “toda”. Depois, aboliram o circunflexo em “toda” e mandaram o tal pássaro passear. E assim fizeram com todos os acentos diferenciais”, conta. “Adaptei-me facilmente àquela nova ortografia e até hoje venho utilizando-a com razoável eficiência. Mas, agora, chega. Já passei da idade de reaprender a escrever. Vou seguir usando a ortografia vigente no dia de hoje e, no futuro, se quiser, o computador que me corrija.”
O computador ou os revisores das editoras. Serão eles que também farão as correções dos novos livros de Marçal Aquino e Luiz Ruffato, por exemplo. “Fui revisor em jornal e sempre gostei muito da língua. Como todo brasileiro, porém, não sou grande conhecedor das regras. Me preocupo mais, por exemplo, em evitar palavras repetidas porque sempre há a figura do revisor”, diz Marçal, autor de “Cabeça a Prêmio”.
Ele afirma que acha bem-vindo tudo o que for para simplificar a grafia. Já Ruffato diz não ser contra nem a favor. “Tem coisas mais urgentes para serem resolvidas, como uma melhor relação cultural com os países lusófonos. Mal conhecemos os países da África que falam português.” O escritor de “Eles Eram Muitos Cavalos” afirma que vai continuar redigindo seus livros do mesmo jeito. “O trabalho será mesmo dos revisores.”
(DANIELA TÓFOLI)

A FAVOR

Separados pela mesma língua

MAURO VILLAR
ESPECIAL PARA A FOLHA

VOCÊ SE SENTE confortável por não ter de escrever christallino, phantasma, theísmo? Pois foi uma simplificação da ortografia, na década de 1910, que fez que passássemos a escrever tais palavras como agora o fazemos.
A ortografia é uma convenção, mas somos a única língua no mundo com dois cânones oficiais ortográficos, um europeu e um brasileiro. O árabe é a língua de 250 milhões de pessoas em 21 países do mundo. Claro que elas não se expressam no mesmo árabe. Mas a língua oficial dos meios de comunicação de massa em todo o mundo árabe é escrita do mesmo jeito (o árabe moderno unificado ou comum), compreensível em todos os países islamitas ou onde o árabe seja falado. O espanhol é usado por cerca de 450 milhões de pessoas em 19 países.
Quarta língua mais falada do mundo, são inúmeras as suas variantes, mas aqueles que a utilizam seguem um padrão escrito comum, uniforme: só há uma forma oficial de grafá-la. O francês é língua de 125 milhões de pessoas na Europa, África, América Central e Oceania. É língua de 26 países. Sua ortografia complicada e arcaizante é baseada na grafia legal do francês medieval, codificado no século 17 pela Academia Francesa. É extensa a lista das suas variedades dialetais, mas só há uma forma de escrever o francês padrão em todo o mundo. É o caso também do inglês, primeira língua de 1 bilhão de pessoas: seu padrão ortográfico é basicamente o mesmo para todos, com pequenas divergências. Por que Portugal e Brasil seriam dois países separados pela mesma língua, quando outras línguas do mundo com muito maiores óbices resolveram seu problema ortográfico?

 


MAURO VILLAR é co-autor do “Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa” e diretor do Instituto Houaiss de Lexicografia.

CONTRA

O custo supera o benefício

PASQUALE CIPRO NETO
COLUNISTA DA FOLHA

A IDÉIA DE UMA ortografia igual para todos os (hoje oito) países lusófonos é sustentada por este argumento, apresentado pelo grande Antônio Houaiss (o pai brasileiro do “Acordo”) no “Breve Histórico da Língua e da Ortografia Portuguesa”: “A existência de duas grafias oficiais da língua acarreta problemas na redação de documentos em tratações internacionais e na publicação de obras de interesse público”. Sim, isso é fato.
Um sueco que queira estudar português pode ficar em dúvida entre “adoptar” (Portugal) e “adotar” (Brasil), por exemplo.
Nesse caso, o “Acordo” abrasileira a grafia, o que desagrada aos portugueses, habituados (há décadas) ao “p” e ao “c” “mudos” de diversas palavras.
E como faria o sueco se tivesse de optar entre “cômodo” (Brasil) ou “cómodo” (Portugal)? Jogaria uma moedinha para o alto, visto que, nesse e em muitos outros casos, o projeto de unificação não unifica…
Mas o “Acordo” não se limita a “uniformizar” a grafia: aproveita a ocasião para estabelecer outras alterações no sistema ortográfico. A mais marcante talvez seja a que dispõe sobre o emprego do hífen. O que hoje é muito ruim muda para… Para igual ou pior. A mudança nos diferenciais de tonicidade é outro ponto negativo. Na ânsia de eliminar acentos mais que inúteis, como o de “pêra” e “pólo”, elimina-se também o de “pára” (verbo), mais que essencial. Some-se a tudo isso o desconforto da inevitável convivência -por um longo período- com duas grafias (a “nova”, que seria vista nos jornais e revistas, por exemplo, e a “velha”, que estaria diante de nós nos livros, enciclopédias etc.) e se chega à conclusão de que o custo supera os benefícios. Quem viveu a reforma de 1971 sabe bem do que estou falando. É isso.

 


PASQUALE CIPRO NETO é autor de livros didáticos e apresentador e idealizador do “Nossa Língua Portuguesa”, da Rádio e TV Cultura.

O que muda

Entre 0,5% e 2% do vocabulário brasileiro será alterado com as mudanças

HÍFEN
Não se usará mais:

1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em “antirreligioso”, “antissemita”, “contrarregra”, “infrassom”. Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminam com r -ou seja, “hiper-“, “inter-” e “super-“- como em “hiper-requintado”, “inter-resistente” e “super-revista”
2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente. Exemplos: “extraescolar”, “aeroespacial”, “autoestrada”

TREMA
Deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados

ACENTO DIFERENCIAL
Não se usará mais para diferenciar:
1. “pára” (flexão do verbo parar) de “para” (preposição)
2. “péla” (flexão do verbo pelar) de “pela” (combinação da preposição com o artigo)
3. “pólo” (substantivo) de “polo” (combinação antiga e popular de “por” e “lo”)
4. “pélo” (flexão do verbo pelar), “pêlo” (substantivo) e “pelo” (combinação da preposição com o artigo)
5. “pêra” (substantivo – fruta), “péra” (substantivo arcaico – pedra) e “pera” (preposição arcaica)

ALFABETO
Passará a ter 26 letras, ao incorporar as letras “k”, “w” e “y”

ACENTO CIRCUNFLEXO
Não se usará mais:

1. nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos “crer”, “dar”, “ler”, “ver” e seus derivados. A grafia correta será “creem”, “deem”, “leem” e “veem”
2. em palavras terminados em hiato “oo”, como “enjôo” ou “vôo” -que se tornam “enjoo” e “voo”

ACENTO AGUDO
Não se usará mais:

1. nos ditongos abertos “ei” e “oi” de palavras paroxítonas, como “assembléia”, “idéia”, “heróica” e “jibóia”
2. nas palavras paroxítonas, com “i” e “u” tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplos: “feiúra” e “baiúca” passam a ser grafadas “feiura” e “baiuca”
3. nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com “u” tônico precedido de “g” ou “q” e seguido de “e” ou “i”. Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem

GRAFIA
No português lusitano:

1. desaparecerão o “c” e o “p” de palavras em que essas letras não são pronunciadas, como “acção”, “acto”, “adopção”, “óptimo” -que se tornam “ação”, “ato”, “adoção” e “ótimo”
2. será eliminado o “h” de palavras como “herva” e “húmido”, que serão grafadas como no Brasil -“erva” e “úmido”

Fonte: Folha de S. Paulo

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193 respostas em “Brasil se prepara para reforma ortográfica

      • Acredito que as mudanças serão benéficas desde que reforçadas desde cedo no cronograma escolar.

        Gisele Mota

    • Mudanças são necessária, mas exige atenção e empenho para compreende-las.
      Reaprender depois de certo período de vida é um desafio que se for negligenciado impedira novas mudanças para gerações futuras, Ruy Castro foi infeliz na sua posição contra a mudança ortográfica, se ele se acha velho para reaprender deveria guardar seus comentários pois o autor que se nega a reaprender deve parar de publicar suas obra,

      • Ao meu ver a reforma ortografica traz beneficios e esta facioitando a vida de varios estudantes, sei que e uma boa para os alunos que estao no comeco do estudo mas para nos ficara um pouco mais dificil pois ate aprendermos isso sim vai dar um pouco de trabalho.

  1. Bom dia.

    Eu estou otimista quanto à Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa de 2008. Parece facilitar muito o entendimento e evitar conflitos agônicos aos quais, deveras, estamos já acostumados, contudo que não devem ser levados adiante.

    Com certeza, será bastante nostálgico para mim o uso do trema, ao qual tenho tremenda afeição – “cinqüenta” -, e dos acentos descartados como em “idéia”. Mas afinal devemos aceitar a mudança em todos os sentidos da vida, como forma de crescer e adaptar-se à necessidade de evolução que é natural.

    Além disso, é excitantíssimo imaginar o desafio que será o de vigorar as novas regras e, também, perceber que o português está se tornando cada vez mais fácil e globalizado.

    O arcadismo é fascinante, mas bem onde está: no passado!

    Um grande abraço.

    PS: Gostaria de obter a permissão, se possível, de publicar este artigo em minha página pessoal: . Acho ele de vital importância para o conhecimento público e deve ser indubitavelmente difundido. Por favor, me contate no e-mail solicitado, ou poste um comentário na página. Obrigado de modo antecipado.

    =-=-=-=-=

    Eduardo, fique à vontade.
    No meu blog principal, tentarei fazer uma discussão, ou pequeno debate, pois acredito que para os portugueses a idéia desa reforma está causando uma verdadeira revolta.
    Gostaria de re-publicar este artigo e de um blogueirpo que vive em Portugal.
    Um abraço e obrigada
    M.

  2. Foi bom ter esse tipo de informaçâo, porque eu ao menos sabia que existia o TREMA e também nâo sabia que linguiça era escrito om TREMA …. Obrigado pela informaçâo….

    • Falar o português corretamente é uma grande missão para nós brasileiros que em sua maioria não tem o hábito de estudar regras…
      Com essas informações, estou certa de que muito tenho que corrigir na minha grafia.

      É possível aprender a falar e escrever corretamente. Basta querer.

  3. Pingback: Vas-y, chouette! (UPDATED para Reforma Ortográfica) « Sub Rosa (flabbergasted) v.2

  4. acho desnecessario esta mudança ortografica.no entanto se for para melhorar vou procurar mim adequar as novas regras.

  5. Os artigos acima, referentes às novas reformas ortográficas, deixaram bem elucidadas as questões até então inquietantes. Para mim, tenho que a reforma ortográfica trará benefícios. Saber falar e escrever hj em dia faz a diferença em tudo!!!

  6. A reforma ortográfica é bem vinda para facilitar a nossa escrita. Porém continua com as exceções que ainda nos confunde muito, principalmente na hora das provas.
    Eu como escrito e colunistar Ruy castro, também fui beneficiada com a inclusão das letras KWY, no nosso alfabeto.

  7. Não que eu seja uma boa referência, porque amo as regras gramaticais. Sei que é transtorno, que isso e aquilo. Mas, bah, já passei dessa fase. Estou tentando curtir, adaptar. É lindo o português ser dinâmico. Do mesmo jeito que eu também não me importo muito com o jeito de escrever na internet. Que tenham muitos jeitos de escrever! E de ler! Poxa, se não não teira lido Machado de Assis quando estava na escola. Achava lindo o tal “outro jeito de escrever”.
    Beijos!

  8. Com esta nova reforma ortografica algumas coisas ficaram um pouco complicadas mais nada que um pouco de estudo e leitura para ajudar a compreender melhor..Ate que gostei.

  9. Boa noite… Gostei bastante deste material.
    Confesso que tenho uma dificuldade com a língua portuguesa, ainda mais depois desta mudança. Apesar de saber me expressar com facilidade, mais fico meio receoso aonde utilizar ou não os acentos. Mas este material te da uma base boa

  10. A atualização da norma culta da língua portuguesa que esta reforma ortográfica propõe, chega em boa hora. Ótimo material, texto excelente.

  11. Os artigos acima, referentes às novas reformas ortográficas, deixaram bem elucidadas as questões até então inquietantes

  12. A reforma ortográfica é bem vinda para facilitar a nossa escrita. Porém continua com as exceções que ainda nos confunde muito, principalmente na hora das provas.
    Eu como escrito e colunistar Ruy castro, também fui beneficiada com a inclusão das letras KWY, no nosso alfabeto.

  13. Nao digo que gostei ou nao,e muito dificil adaptar algumas mudanças depois de esta acostumado e estudado de outra forma.

  14. Na nossa Profissão, é importante estar atualizado e aprender usar o português da forma mais correta possível e nunca parar de estudar e pesquisar…

  15. Excelente material! Já venho a algum tempo tentando ao máximo me adaptar à nova ortografia.
    E bom ver que materiais deste nível estão disponíveis para complementar nosso conhecimento!

  16. Toda mudança que nos leve à maior “produtividade” deve ser bem vida. Porém, será esta mudança na língua Portuguesa é um avanço ou um verdadeiro retrocesso para retomar o rumo ao lógico, abolindo os exageros?

  17. O conteúdo abordado é de excelente qualidade, e percebemos que a reforma ortografica é necessária,, tornando a utilização dos vernáculos linguísticos mais prático.

  18. O texto apresentado apresenta uma abordagem significativa, facilitando o entendimento da ideia central,, e mostrando a eficácia da reforma ortógrafica tornando prático a compreensão dos vários aspectos que envolve a língua portuguesa.

  19. O mais importante e que toda pessoa deve sempre buscar e conhecer bem a lingua portuguesa , com isso tera mais facilidade em tudo na sua vida ou ate mesmo no seu trabalho.

  20. Marcio josé ribeiro de lima.
    O conteúdo abordado nos apresenta mudanças significativas, que nos possibilita compreender as mudanças na ortografia, facilitando o aperfeiçoamento da escrita e da linguagem em suas dimensões.

  21. Realmente um material muito bom, será de suma importância a todos os leitores. Achei muito interessante, me ajudou a esclarecer varias dúvidas que eu tinha a respeito da nova ortografia. Parabéns, um excelente material! Muito útil.

  22. O computador ou revisores das editoras .seram eles que também faram as correções dos novos livros de Marçal Aquino e Luiz Rufato ,por exemplo.

  23. Gostamos muito da aula presencial da Profa. Andréa Franco, onde aprendí muito, e também da organização da CETEG, e como aluno da Turma Novembro, vamos fazer diferença. Deus Abênçõe a todos. Aladelso Vieira – Morrinhos

  24. A aula da professora Andrea Franco foi de muito importante pois em qualquer lugar que estamos temos que falar adequadamente e a aula nos ajuda ,, no caso concreto no meu dia a dia tento me policiar e tentar falar o menos inadequado a cada dia.

  25. Ao meu ver, não havia a necessidade dessa reforma ortográfica, porque já temos tantas regras e conteúdo para estudarmos.
    A cada dia que passa, se torna mais difícil passar em um concurso por conta de tantas regras. Agora! os obstáculos só tendem a aumentar, pois vai demorar um pouco até aprendermos e estarmos afiados com a nova regra.

  26. Gostei muito do material sobre a reforma ortográfica, ta de fácil entendimento!
    Também gostei bastante da 1ª Aula da turma de Março, com a Profª Missaela!
    Obrigado!!!!

  27. Ótimo texto para entendermos melhor essas novas regras mas eu preferiria que não tivesse havido mudanças, apesar de já saber que ela já estava aprovada há muitos anos, só faltava entrar em vigor. Eu acho que a língua portuguesa já tem regras demais e essa mudança pode ter favorecido a língua portuguesa lá fora, mas dentro do Brasil não foi algo positivo, porque quem sabia muito de português, no ensino fundamental e médio, hoje precisa voltar e rever tudo outra vez.

  28. Muito bom esse texto, esclarece duvidas que as vezes pensávamos não ter e ao prestar mais atenção percebemos que não só falávamos como também escrevíamos errados.

  29. Muito bom o material e esclarecedor de coisas que até hoje ainda não nos adaptamos por completo. E muito boa também a aula presencial da professora Andrea Franco. Esta de Parabéns!

  30. Como dizia Mikhail Bakhtin toda a mudança na linguagem denota uma mudança na sociedade. Lutar contra isso, ao meu ver, seria a maior prova de falta de entendimento. A tendencia natural das coisas está em sistematizar para aprimorar. Gostei muito do texto é bem elucidativo.

  31. COMO EU NAO SABIA QUE TINHA DE DEIXAR UM COMENTARIO,ESTOU FAZENDO AGORA, MAS EU ACHEI QUE ESSES TEXTOS FORAM DE MUITA IMPORTANCIA PARA O APRENDIZADO E TAMBÉM PARA A PROVA.

  32. EU NÃO SABIA O QUE TINHA MUDADO NA REFORMA ORTOGRÁFICA E ESTA AULA TIREI TODAS AS MINHAS DÚVIDAS. GOSTEI MUITO

  33. Interessante é só o que posso dizer, porque se o verdadeiro objetivo fosse o de aproximar culturas..risos..a intenção motriz por detrás das linhas seria santa.Abs.

  34. Eu estou otimista quanto à Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa de 2008. Parece facilitar muito o entendimento e evitar conflitos agônicos aos quais, deveras, estamos já acostumados, contudo que não devem ser levados adiante.Gostei muito do material sobre a reforma ortográfica, ta de fácil entendimento!
    Também gostei bastante da 1ª Aula da turma de Julho, com a Profª Andreia Franco
    Obrigado!!!!

  35. Parabéns, pela iniciativa da mudança ortográfica vem a facilitar o entendimento da escrita e pronuncia da língua portuguesa.

  36. Lendo e comentando:
    uma mudança pouco coerente,o portugues ja e complicado e complicou mais um pouco.
    mas vamos adaptando ha essa mudança…

  37. Toda reforma tem um tom de melhorar, porém, as vezes complica.
    As práticas consolidadas, seculares, são difíceis de serem modificadas, o uso cotidiano de regras já existentes e praticadas a muito tempo, contribuem muito para a resistência das pessoas no que diz respeito a mudanças.
    Não sou contra, só acho que em se podendo simplificar, porque complicar.

  38. Como toda reforma tem dois lados. Facilita pela unificação da linguagem entre os países que teem o mesmo idioma mas traz todo um transtorno pra quem já aprendeu e tem que reaprender a escrever, sem contar que vamos ter que conviver com os livros já escritos na forma antiga.

  39. Excelente conteúdo, não pedi a reforma mas já que ela veio então tenho que me adequar a ela e buscar mais conhecimento no sentido de melhorar o meu português. Com a nova reforma ortográfica espero me orientar de forma mais capaz na nossa língua.

  40. As mudanças quase nunca são fáceis.. porem, quase sempre, são necessárias! Ótimo texto, acredito que esta mudança fará bem a todos, principalmente para os pequenos, que não tiveram a oportunidade de conhecer o ‘antigo’.

  41. Gostei muito do texto, deixando as novas regras bem simples e de fácil entendimento.
    Ao meu ver, não haveria a necessidade dessas mudanças, pois a nossa língua já era
    de difícil aprendizado e agora ficou ainda mais complexa.

  42. Penso que a língua portuguesa precisa de muitas outras mudanças, além destas.Temas uma língua rica mas também muito extensa,muito complicada…..vejo que cada vez mais precisa se descomplicar….

  43. Ótimo conteúdo, com bastante aproveitamento futuros com o uso das novas regras ortográficas, um pouco complicado mas adaptável e necessário.

  44. Ótimos textos, com algumas colocações bem engraçadas.
    A padronização da língua é o melhor caminho, como já acontece em muitos idiomas.
    Acho que vale a pena todo o trabalho que as editoras terão para se adaptar.

  45. Achei ótimo, português sempre foi meu forte, apesar de que faz mais de 30 anos que parei de estudar, me sinto muito orgulhoso de mim mesmo quando amigos, parentes e colegas de trabalho me pedem ajuda no português, espero me adaptar e aprender rápido. Só houve mudanças boas e fáceis, acho que simplificou. Deu vontade de voltar a estudar, me trouxe boas recordações. Adorei a Aula da turma de Outubro, com a Profª Andreia Franco.
    Obrigado!!!!

  46. É importante conhecer a palavra culta e formal, para textos formais, jurídicos e/ou oficiais, mas em mundo de “whatsapp” isso é totalmente irrelevante.
    Diariamente usamos abreviações para tudo!!
    Outras reformas ortográficas ainda hão de vir… acreditem na minha previsão!

  47. nossa muito bom para tira duvidas e lendo e aprendendo
    essas reformas veio para nos ajuda espero conciliar estudo com o trabalho
    muito bom voltar a estudar

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