Como funcionam os “GÊNIOS”

 Leia aqui no site: How Stuff Works

Introdução

Albert Einstein, fotografado em 1947
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Imagem cedida
–> Albert Einstein: gênio
Isaac Newton, aos 46 anos, em retrato de 1689 feito por Godfrey Kneller
Imagens de domínio público
Isaac Newton: gênio

Em 1905, Albert Einstein desenvolveu a teoria da relatividade especial. Ele também provou que os átomos existem e descobriu que a luz se comporta como uma partícula e como uma onda. Acima de tudo, ele desenvolveu no mesmo ano sua famosa equação E = mc2, que descreve a relação entre a matéria e a energia. Ele tinha apenas 26 anos. Sem dúvida, Einstein era um gênio. Isaac Newton também era. Como todo fã de “Star Trek: a nova geração” pode afirmar, ele inventou a física. Ele também desempenhou uma função importante no desenvolvimento do cálculo, que algumas pessoas têm dificuldade para compreender mesmo após um estudo extensivo em sala de aula. Outro gênio, Wolfgang Amadeus Mozart, começou a compor músicas quando tinha 5 anos. Mozart escreveu centenas de peças antes de morrer, aos 35 anos, em 1760.

De acordo com a sabedoria popular, os gênios são diferentes de todas as outras pessoas. Eles pensam mais rápido e melhor do que outros. Além disso, muitas pessoas acham que toda a capacidade extra do cérebro acarreta um comportamento excêntrico ou espirituoso. Embora seja bastante fácil reconhecer os gênios, definir exatamente o que faz que alguém seja um gênio é um pouco mais complicado. Descobrir como esse alguém se tornou gênio é ainda mais difícil.

Há dois tópicos grandes que dificultam o estudo dos gênios:

  • A definição de gênio é subjetiva. Algumas pessoas insistem em que todos com um quociente de inteligência (QI) mais elevado do que um determinado valor são gênios. Outros acham que os testes de QI medem apenas uma parte limitada da inteligência total da pessoa. Algumas pessoas acreditam que as pontuações altas do teste não estão muito relacionadas com o gênio real.
  • O conceito de gênio é abrangente. Por outro lado, a maioria das pesquisas científicas e médicas examina os detalhes. Um conceito tão subjetivo quanto o de gênio não é fácil de quantificar, analisar ou estudar.

Portanto, ao explorar como funcionam os gênios, é uma boa idéia começar definindo de forma precisa o gênio. Para a finalidade desse artigo, um gênio não é alguém com um QI excepcionalmente alto. Em vez disso, um gênio é uma pessoa extraordinariamente inteligente que inova com descobertas, invenções ou trabalhos de arte. Normalmente, o trabalho de um gênio muda a forma como as pessoas vêem o mundo ou o campo no qual esse trabalho foi realizado. Em outras palavras, um gênio deve ser inteligente e capaz de usar essa inteligência de forma produtiva ou impressiva. Mas o que faz que uma pessoa esteja apta a realizar tudo isso? É um cérebro diferente e mais ágil? É uma inteligência excepcional? É uma aptidão para observar informações que as outras pessoas podem considerar irrelevantes? Vamos começar procurando respostas para essas perguntas no ponto de partida lógico para dar uma olhada em um gênio: o cérebro humano.

Retirado deste site.

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